(Apresentação de Carla Dalpiva na III Mostra Anual de História)
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017
A Inquisição Católica e suas máquinas de tortura
(Apresentação de Vinicius e Tiago na III Mostra Anual de História)
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Leonardo da Vinci, o maior curioso de todos os tempos
| (Fonte desconhecida) |
Em 1452 nasceu na comuna de Vinci em Anchiano (Itália) o pequeno Leonardo. Sua mãe era uma simples camponesa chamada Caterina, com certeza ela jamais imaginaria que seu filho gerado durante uma relação com o tabelião Ser Piero se tornaria um dos maiores curiosos de todos os tempos. E foi graças a essa curiosidade pela natureza que ele se aventurou nos mais variados tipos de estudos.
Inventor, matemático, precursor da medicina, arquiteto, engenheiro, astrônomo, botânico, geólogo, músico, cozinheiro, dissecador de corpos, pintor, escultor, anatomista, zoólogo, físico, poeta... Todas essas profissões eram exercidas por ele enquanto unia talento, arte e ciência cobrando de si próprio nada menos do que a perfeição e o brilhantismo, por isso mesmo não era capaz de cumprir prazos de entrega e acabou perdendo muitos clientes que se irritaram com o atraso de suas encomendas.
Se levarmos em consideração o fato de que Leonardo viveu na mesma época em que gênios como Nicolau Maquiavel, Copérnico e Colombo, podemos imaginar o quanto a competitividade entre eles era grande. Seu maior desafeto foi Michelangelo, os dois trocaram indiretas em praça pública e Da Vinci sempre criticava as obras de seu concorrente, incluindo sua maior obra prima: a estátua de Davi.
Sandro Botticelli foi um artista que despertou a amizade de Leonardo, eles deixaram a rivalidade artística de lado e chegaram a abrir um pequeno restaurante vegetariano em sociedade. O empreendimento se chamava Taberna das Três Rãs e ficava em Florença, mas o negócio foi um fracasso porque não serviam carne. Aliás, essa não foi a única ideia de Da Vinci que deu errado, ele possui uma lista de invenções que nunca chegaram a sair do papel.
Alguns projetos de Leonardo não deram certo por causa do tamanho exagerado que custaria verdadeiras fortunas. Esse foi o caso do Grande Cavalo encomendado por Ludovico Sforza em 1488, a obra teria 70 toneladas e 15 metros de altura, mas não foi realizada porque o bronze necessário foi usado em canhões para enfrentar o exército francês. Em 1999 uma estátua inspirada nesse projeto foi erguida em Milão para homenageá-lo, porém ela tem a metade do tamanho pensado por Da Vinci.
Muitas de suas invenções já foram testadas. Em 2000 o seu paraquedas funcionou muito bem em Gales, ele seria perfeito se não fossem os 90 quilos e a falta de um furo no topo para estabilizar o aparelho durante a descida. Seu tanque de guerra experimentado em 2003 na Grã-Bretanha precisou ter as rodas invertidas para sair do lugar corretamente. No mesmo ano os britânicos também provaram seu escafandro (roupa de mergulho) e notaram que Da Vinci não colocou um fole no projeto, isso deixava a respiração difícil e dolorosa.
Há quem diga que essas pequenas "falhas" em seus projetos na verdade seriam intencionais porque Leonardo tinha muito ciúme de suas invenções. Porém elas realmente podem ser erros do inventor já que ele trabalhava em muitos projetos de uma vez só e, inclusive, abandonou muitas ideias pela metade. Em compensação, algumas de suas criações foram simplesmente perfeitas e insuperáveis, como os quadros de Monalisa e A Última Ceia, além dos robôs em formato de leão, cavaleiro e toca tambor.
O grande problema de Da Vinci era a desorganização, ele simplesmente anotava tudo em qualquer lugar e não se preocupava de registrar suas descobertas. Tanto que perdeu para Marcello Malpighi e Nehemiah Grew o crédito de ter descoberto a idade das árvores pelo número de anéis de seu tronco. Por outro lado, ele é considerado o primeiro a desenhar o homem vitruviano, mas na verdade esse projeto já havia sido estudado por algumas pessoas antes dele.
Podemos perceber que suas criações são bastante polêmicas, principalmente a bicicleta. Segundo o estudo dos desenhos, ela teria sido inventada muito depois da morte de Leonardo, mas por algum motivo desconhecido o projeto foi parar no meio de suas anotações. Suas anotações, por sinal, eram muito confusas, escritas de trás pra frente, com símbolos representando sílabas e palavras juntas formando uma só. Para piorar seus estudos elas foram vendidas para várias pessoas, inclusive Bill Gates, e acabaram se espalhando pelo mundo a fora.
Não se sabe por quê seus cadernos eram escritos de maneira tão complicada. Alguns acreditam que isso aconteceu porque ele sofria de dislexia, outros porque ele se acostumou com a escrita espelhada comum na infância, mas também há a probabilidade dele fazer isso para evitar borrões já que era canhoto. Mas, provavelmente, sua escrita difícil era para evitar que a igreja católica soubesse de seus estudos que, muitas vezes, iam contra as ideias religiosas de recato e obediência á bíblia.
Leonardo deixou muitos códigos escondidos em suas obras para evitar perseguições da igreja que já havia investigado-o por causa de uma denúncia de sodomia e homossexualidade que acabou arquivada por falta de provas. Entretanto até hoje acredita-se que ele tenha vivido uma paixão com Salai. Ele foi um de seus aprendizes e ficou famoso por ter ganho todos os livros de Da Vinci quando o mestre morreu.
A morte de Leonardo aconteceu em 2 de maio de 1519 e foi tão polêmica quanto sua personalidade. Como era extremamente perfeccionista ele deixou 60 mendigos contratados para acompanharem seu caixão. Acredita-se que tenha feito isso para zombar dos ricos que o sustentaram durante toda a vida contratando seus serviços. Porém o homem rico que ele mais quis ofender foi seu próprio pai pelo fato de ter deixado-o fora de seu testamento por ser um filho ilegítimo.
Atualmente Leonardo Da Vinci é considerado dono de um QI entre 180 e 220 pontos. É conhecido como o "mais completo dos homens", o "gênio dos gênios", e motivos para isso não faltam. Afinal, apesar de ter sido um tanto melancólico e desorganizado, ele se dedicou a estudos solitários nas mais diversas áreas do conhecimento e nunca se deixou abater por sua simplicidade. Nunca frequentou uma universidade, mas aprendeu sozinho os idiomas grego e latim.
Sua vida, sua genialidade e suas obras causam muita curiosidade e provocam especulações estranhas como as de que teria feito o santo sudário, praticasse bruxaria, dormisse apenas 15 minutos a cada 4 horas do dia, fizesse poções alquimistas, sofresse de hiperatividade, se camuflasse em suas pinturas, etc. Por causa disso tudo ele é muito usado em histórias de quadrinhos, filmes, vídeo-games, seriados de televisão e propagandas.
Inventor, matemático, precursor da medicina, arquiteto, engenheiro, astrônomo, botânico, geólogo, músico, cozinheiro, dissecador de corpos, pintor, escultor, anatomista, zoólogo, físico, poeta... Todas essas profissões eram exercidas por ele enquanto unia talento, arte e ciência cobrando de si próprio nada menos do que a perfeição e o brilhantismo, por isso mesmo não era capaz de cumprir prazos de entrega e acabou perdendo muitos clientes que se irritaram com o atraso de suas encomendas.
Se levarmos em consideração o fato de que Leonardo viveu na mesma época em que gênios como Nicolau Maquiavel, Copérnico e Colombo, podemos imaginar o quanto a competitividade entre eles era grande. Seu maior desafeto foi Michelangelo, os dois trocaram indiretas em praça pública e Da Vinci sempre criticava as obras de seu concorrente, incluindo sua maior obra prima: a estátua de Davi.
Sandro Botticelli foi um artista que despertou a amizade de Leonardo, eles deixaram a rivalidade artística de lado e chegaram a abrir um pequeno restaurante vegetariano em sociedade. O empreendimento se chamava Taberna das Três Rãs e ficava em Florença, mas o negócio foi um fracasso porque não serviam carne. Aliás, essa não foi a única ideia de Da Vinci que deu errado, ele possui uma lista de invenções que nunca chegaram a sair do papel.
Alguns projetos de Leonardo não deram certo por causa do tamanho exagerado que custaria verdadeiras fortunas. Esse foi o caso do Grande Cavalo encomendado por Ludovico Sforza em 1488, a obra teria 70 toneladas e 15 metros de altura, mas não foi realizada porque o bronze necessário foi usado em canhões para enfrentar o exército francês. Em 1999 uma estátua inspirada nesse projeto foi erguida em Milão para homenageá-lo, porém ela tem a metade do tamanho pensado por Da Vinci.
Muitas de suas invenções já foram testadas. Em 2000 o seu paraquedas funcionou muito bem em Gales, ele seria perfeito se não fossem os 90 quilos e a falta de um furo no topo para estabilizar o aparelho durante a descida. Seu tanque de guerra experimentado em 2003 na Grã-Bretanha precisou ter as rodas invertidas para sair do lugar corretamente. No mesmo ano os britânicos também provaram seu escafandro (roupa de mergulho) e notaram que Da Vinci não colocou um fole no projeto, isso deixava a respiração difícil e dolorosa.
Há quem diga que essas pequenas "falhas" em seus projetos na verdade seriam intencionais porque Leonardo tinha muito ciúme de suas invenções. Porém elas realmente podem ser erros do inventor já que ele trabalhava em muitos projetos de uma vez só e, inclusive, abandonou muitas ideias pela metade. Em compensação, algumas de suas criações foram simplesmente perfeitas e insuperáveis, como os quadros de Monalisa e A Última Ceia, além dos robôs em formato de leão, cavaleiro e toca tambor.
O grande problema de Da Vinci era a desorganização, ele simplesmente anotava tudo em qualquer lugar e não se preocupava de registrar suas descobertas. Tanto que perdeu para Marcello Malpighi e Nehemiah Grew o crédito de ter descoberto a idade das árvores pelo número de anéis de seu tronco. Por outro lado, ele é considerado o primeiro a desenhar o homem vitruviano, mas na verdade esse projeto já havia sido estudado por algumas pessoas antes dele.
Podemos perceber que suas criações são bastante polêmicas, principalmente a bicicleta. Segundo o estudo dos desenhos, ela teria sido inventada muito depois da morte de Leonardo, mas por algum motivo desconhecido o projeto foi parar no meio de suas anotações. Suas anotações, por sinal, eram muito confusas, escritas de trás pra frente, com símbolos representando sílabas e palavras juntas formando uma só. Para piorar seus estudos elas foram vendidas para várias pessoas, inclusive Bill Gates, e acabaram se espalhando pelo mundo a fora.
Não se sabe por quê seus cadernos eram escritos de maneira tão complicada. Alguns acreditam que isso aconteceu porque ele sofria de dislexia, outros porque ele se acostumou com a escrita espelhada comum na infância, mas também há a probabilidade dele fazer isso para evitar borrões já que era canhoto. Mas, provavelmente, sua escrita difícil era para evitar que a igreja católica soubesse de seus estudos que, muitas vezes, iam contra as ideias religiosas de recato e obediência á bíblia.
Leonardo deixou muitos códigos escondidos em suas obras para evitar perseguições da igreja que já havia investigado-o por causa de uma denúncia de sodomia e homossexualidade que acabou arquivada por falta de provas. Entretanto até hoje acredita-se que ele tenha vivido uma paixão com Salai. Ele foi um de seus aprendizes e ficou famoso por ter ganho todos os livros de Da Vinci quando o mestre morreu.
A morte de Leonardo aconteceu em 2 de maio de 1519 e foi tão polêmica quanto sua personalidade. Como era extremamente perfeccionista ele deixou 60 mendigos contratados para acompanharem seu caixão. Acredita-se que tenha feito isso para zombar dos ricos que o sustentaram durante toda a vida contratando seus serviços. Porém o homem rico que ele mais quis ofender foi seu próprio pai pelo fato de ter deixado-o fora de seu testamento por ser um filho ilegítimo.
Atualmente Leonardo Da Vinci é considerado dono de um QI entre 180 e 220 pontos. É conhecido como o "mais completo dos homens", o "gênio dos gênios", e motivos para isso não faltam. Afinal, apesar de ter sido um tanto melancólico e desorganizado, ele se dedicou a estudos solitários nas mais diversas áreas do conhecimento e nunca se deixou abater por sua simplicidade. Nunca frequentou uma universidade, mas aprendeu sozinho os idiomas grego e latim.
Sua vida, sua genialidade e suas obras causam muita curiosidade e provocam especulações estranhas como as de que teria feito o santo sudário, praticasse bruxaria, dormisse apenas 15 minutos a cada 4 horas do dia, fizesse poções alquimistas, sofresse de hiperatividade, se camuflasse em suas pinturas, etc. Por causa disso tudo ele é muito usado em histórias de quadrinhos, filmes, vídeo-games, seriados de televisão e propagandas.
É fundamental que continuemos explorando o mundo de Da Vinci para mantermos viva a grandiosidade desse homem. Seja por seus projetos ou pelo o que especulam sobre ele, o que importa é glorificar essa figura simplesmente única, estudiosa e extremamente inteligente.
E que venham os novos Da Vincis do século XXI!
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Filme: O Físico
(Trailer legendado)
Recentemente foi lançado o filme: O Físico baseado no best-seller de Noah Gordon, mas duras críticas surgiram antes mesmo de sua ampla divulgação ao público. A obra prometia ser um grande estudo a cerca da medicina medieval quando contraposta aos saberes do mediterrâneo oriental, entretanto alguns erros ficaram muito evidentes como a má tradução para o português e as cenas incompletas que aceleram demais a exibição.
Entre as críticas publicadas sobre o filme, algumas foram extremamente grosseiras e não levaram em conta a amplitude do enredo que trás diversos temas nunca discutidos nas obras cinematográficas com tanta utilidade para uma sala de aula. Embora a classificação indicativa do filme seja a partir de 14 anos de idade, é possível utilizá-lo tranquilamente em qualquer ano letivo desde que seja assistido até os 40 minutos para iniciar discussões sobre:
- a podreza da Europa medieval de início do século XI;
- o trabalho rústico dos barbeiros medievais na tentativa de salvar vidas;
- as limitações médicas impostas pela Igreja Católica e seu tribunal da Inquisição;
- a ineficiência médica devido a proibição das técnicas de dissecamento humano;
- o perigo enfrentado pelas caravanas na travessia do deserto e das tempestades de areia;
- a exuberância do império persa e sua tolerância religiosa;
- a prática religiosa do zoroatrismo;
- a perseguição aos praticantes do judaísmo;
- a importância da circuncisão para os adeptos do judaísmo;
- as disputas e guerras religiosas entre muçulmanos, católicos e judeus;
- a violência e a ambição dos povos nomâdes;
- a submissão feminina durante os casamentos arranjados;
- a imponência dos xás persas e suas técnicas de batalha sobre cavalos;
- a prática de cirurgias e o uso de anestésicos no oriente graças ás invenções egípcias;
- a devastação causada por doenças como a peste negra e apendicite;
- a construção dos primeiros centros de estudo e a relação mestre/aprendiz;
Esses são alguns dos apontamentos oriundos da visualização do filme e, como podemos perceber, são muitos conceitos úteis em uma única obra para trabalhar o mundo medieval, por isso indico seu uso em classe mesmo desconhecendo a totalidade da obra na versão original do livro.
Assista ao filme, tire suas próprias conclusões e compartilhe sua opinião.
Até mais!
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Maquete de um Feudo Medieval
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| (Acervo pessoal - Aluna Valeska do 6ºanoI/2014 recebendo seu título de nobreza) |
Após trabalhar a idade medieval com os alunos dos sextos anos, tive a ideia de dividi-los em grupos e dividir as tarefas a serem feitas em papel cartão. Sem ter a noção de que todo o material seria unido por mim, com o uso de cola quente e cola instantânea, formando uma única maquete, os grupos foram desenhando e recortando:
- paredes de blocos de pedra;
- portão de metal;
- janelas de madeira;
- janelas do tipo seteiras;
- telhados triangulares;
- telhados em formato de cones;
- copas de árvores;
- caules de árvores;
- frutos coloridos;
- caminhos de água;
- caminhos de plantações;
- coroas;
- faixas de nobreza.
Foram 3 aulas de produção dentro da sala de aula mantendo os grupos divididos e ansiosos para saber o que estavam produzindo, depois disso eu trouxe todo o material pra casa e montei o cenário levando-o prontinho na próxima aula.
Assim que viram as maquetes, os rostinhos ganharam um brilho especial. Eles não acreditavam que haviam produzido sozinhos com tanta facilidade um feudo medieval completo com castelo, manso senhorial, manso servil e manso comum, exatamente como havíamos estudado.
Para finalizar o processo tomei a liberdade de escolher um rei e uma rainha seguindo o critério de maior aparência germânica e os dois foram escolhendo os colegas em que mais confiavam dentro da sala para formar sua nobreza.
Confira o resultado final do projeto realizado no sexto ano I da E.E.B. Alice da Silva Gomes do ano de 2014 clicando nas imagens que seguem para ampliá-las:
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| (Maquete do 6ºanoI/2014 - Acervo pessoal) |
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| (Maquete do 6ºanoI/2014 - Acervo pessoal) |
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| (Maquete do 6ºanoI/2014 - Acervo pessoal) |
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| (Maquete do 6ºanoI/2014 - Acervo pessoal) |
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| (Maquete do 6ºanoI/2014 - Acervo pessoal) |
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| (Acervo pessoal - Aluno Gabriel Barni do 6ºanoI/2014 recebendo seu título de nobreza) |
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| (O rei Gabriel e sua rainha Valeska em frente de seu feudo medieval - Acervo pessoal) |
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| (O duque Richard e sua duquesa Jhulia em frente de seu feudo medieval - Acervo pessoal) |
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| (O marquês Joel e sua marquesa Maíza em frente de seu feudo medieval - Acervo pessoal) |
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| (O conde Kévin e sua condessa Awdrey em frente de seu feudo medieval - Acervo pessoal) |
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| (O visconde Matheus Cardoso e sua viscondessa Débora em frente de seu feudo medieval - Acervo pessoal) |
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| (O barão Gustavo e sua baronesa Letícia em frente de seu feudo medieval - Acervo pessoal) |
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| (A profe Jana completamente boba com o resultado final do projeto - Acervo pessoal) |
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Os Castelos Medievais (Parte 3)
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| (Arquivo pessoal: maquete produzida pelas alunas Beatriz A. Peixer e Iasmim M. Ceccato do 6ºII/2013) |
Após trabalhar a estrutura dos castelos com os alunos dos sextos anos da E. E. B. Alice da Silva Gomes, solicitei que trabalhassem individualmente ou em duplas na construção de uma maquete com as principais características desses monumentos. Durante a construção, os alunos deveriam utilizar o maior número de materiais recicláveis possível, uma forma de despertar sua consciência sócio-ambiental.
Como tiveram acesso a imagens, documentários e explicações acerca do interior e exterior dos grandes castelos, eles deveriam reproduzir obrigatoriamente algumas partes importantes dessas construções, como as muralhas, torres, seteiras, ponte e grade levadiças que demonstravam o poder de defesa, além da torre principal aberta para exibir a capela, um dormitório e o salão, partes fundamentais para o dono do castelo. No interior também deveriam ser construídos poços de água e jardins. Confira os trabalhos que se destacaram (Clique nas imagens para ampliá-las):
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| (Arquivo pessoal: maquete produzida pelo aluno Alam Vitor do 6ºV/2013) |
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| (Arquivo pessoal: maquete produzida pelos alunos Leandro e João Vitor do 6ºVI/2013) |
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| (Arquivo pessoal: maquete produzida pelas alunas Pâmela e Larissa do 6ºIV/2013) |
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| (Arquivo pessoal: maquete produzida pela aluna Giovana Paula Candido do 6ºI/2013) |
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| (Arquivo pessoal: maquete produzida pelo aluno Paulo Ricardo Vargas do 6ºIII/2013) |
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Os Castelos Medievais (Parte 2)
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| (Castelo medieval produzido por Matheus Alexandre Gregório 6°III/2013) |
Os primeiros castelos foram construídos com madeira por volta do século V na Europa Ocidental devido ao medo das violentas invasões germânicas que começavam a ocorrer nessas terras com o enfraquecimento do império romano. Só no século XI surgiram os belos castelos de pedra que estão de pé até hoje. Ao contrário do que pensamos, os castelos não eram cheirosos e luxuosos, nem serviam somente como casas.
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| (Hábito germânico de cortar a cabeça dos inimigos reproduzido por Alisson da Silva 6°III / 2013 ) |
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| (Comparação entre o antes e o depois da invasão germânica produzida por Matheus de Medeiros Hames 6 ° III / 2013 ) |
Essas construções ofereciam moradia ao dono do feudo e proteção a todos os seus servos, por isso eram grandes estruturas como muralha, torres, seteiras, ponte e grade levadiças, fosso, calabouço, reservatórios de água, poços, jardim, chaminés, etc... Para mais detalhes sobre as funções e partes dos castelos medievais confira as vídeo-aulas que seguem:
terça-feira, 23 de julho de 2013
Mostra Internacional de Instrumentos Medievais de Tortura
Durante a semana de aniversário batistense, nossa cidade recebeu a Mostra Internacional de Instrumentos Medievais de Tortura. A exposição é composta por peças originais recolhidas em diversos países europeus e viaja o mundo todo, sempre aberta ao público pagante, mas o ingresso é bastante acessível.
A peça mais antiga é uma cadeira inquisitória do século XV, enquanto que a mais recente é o garrote utilizado na Espanha no século XX. Cada uma das peças em exposição demonstra a brutalidade humana surgida na Idade Medieval, acentuada durante a Revolução Francesa e perpetuada até meados do século XX, como na Ditadura Militar Brasileira ou no Nazismo.
Confira abaixo algumas imagens das peças em exposição, clique nas imagens para ampliá-las e leia o folheto de explicação que segue para sanar dúvidas quanto ao modo de utilização e finalidade de cada aparelho de tortura:
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