Surgiram por volta do ano 1.300 a.C quando o primeiro grupo se formou: os Olmecas. Depois deles surgiram outras sociedades ainda mais impressionantes, como os Incas, os Maias e os Astecas.
Os metais procurados pelas bandeiras e entradas só foram encontrados em fins do século XVII em Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás, mas em pouca quantidade. Mesmo assim o povo saiu de Portugal em busca dessas riquezas, logo o Nordeste açucareiro perdeu sua importância. Tempos depois, no século XVIII, algo ainda mais interessante foi descoberto em Diamantina (MG): os diamantes.
As imposições do Tratado de Versalhes foram consideradas duras e humilhantes demais para os alemães. Nesse momento de grave crise, Hitler e seu grupo político alcançaram o poder da Alemanha criando o Estado Nazista e desencadeando a Segunda Guerra Mundial em 1939, com batalhas que chegariam até 1945.
Nesse conflito militar as grandes potências mundiais se organizaram em duas alianças opostas: os Aliados e o Eixo. Foi a guerra mais abrangente da história, com mais de 100.000.000 de soldados mobilizados. A guerra foi marcada por ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram usadas. O resultado aproximado é de 50 a 70.000.000 de mortes e 35.000.000 de feridos, além de milhões de órfãos e refugiados.
Assista aos vídeos que seguem para conhecer maiores detalhes sobre esse triste acontecimento:
(Apresentação de Lucas Schuch na III Mostra Anual de História)
Getúlio Vargas encerrou a "política do café com leite" e governou o Brasil aproximadamente 20 anos (1930 a 1945 - 1951 a 1954). Para alguns ele foi o "pai dos pobres", mas para outros não passou de "mãe dos ricos". Além de contraditório, seu mandato ficou eternizado pelo auge do teatro de revista, do rádio e da propaganda presidencial.
Assista a vídeo-aula que segue para compreender como Vargas chegou ao poder brasileiro:
O Estados Unidos da América vivia dias gloriosos após a Primeira Guerra Mundial e os presidentes permitiram que o capitalismo se alastrasse sem qualquer tipo de controle até que, em 24 de outubro de 1929, o inevitável aconteceu: o crack da Bolsa de Nova York:
(Foto capturada durante a 1ª Guerra Mundial - Fonte desconhecida)
A europa estava encantada com o progresso industrial e tecnológico de fins do século XIX e início do XX, era a Belle Époque modernizando as cidades. A população não imaginava o que estava por vir.
O imperialismo se alastrava sobre a Ásia e a África e a ganância europeia levou o mundo ao maior conflito armado já visto, a "grande guerra" causaria terror de 1914 a 1918 com 13 milhões de mortos e 20 milhões de feridos e mutilado.
Assista a aula para conhecer melhor os detalhes desse longo e complexo conflito:
(Apresentação de Mirian Bianca na III Mostra Anual de História)
Hoje nossa escola trabalhou os temas refentes a negritude brasileira e a importância da valorização do Dia da Consciência Negra com os alunos de sexto ao nono ano . Assista ao vídeo para compreender porquê os negros foram trazidos para nosso país, aonde se concentraram, como eram tratados diariamente, os sobrenomes que originaram, sua colaboração com nossa cultura, qual a justificativa portuguesa para tantos maus tratos e o processo que levou ao fim da escravidão de negros no país:
Após a vitória na Segunda Gerra Mundial,os Estados Unidos da América e a União Soviética começaram a disputar influência, tecnologia, armamentos e ideologias políticas. Assim essas nações passaram de aliadas a inimigas e iniciaram uma competição entre capitalismo e socialismo que assombrou o mundo com o risco de uma guerra que poderia destruí-lo. Entre 1945 e 1991 os dois países não guerrearam entre si, mas provocaram conflitos isolados assustadores, como a Guerra do Vietnã.
Assista a vídeo-aula que segue para compreender melhor esse tema:
Surgiram no século XV a partir do desejo pelas especiarias orientais (pimenta, seda, canela, cravo, porcelana, etc...) produzidas nas Índias (Índia, China e Japão). Esses produtos eram vendidos pra toda a Europa somente por mercadores de Gênova e Veneza a preços absurdos.
O primeiro país a se lançar na aventura de encontrar um caminho marítimo até as especiarias foi Portugal, seguido por Espanha, Inglaterra, França e Holanda. A partir dessas viagens, os europeus descobriram o continente americano, por acaso ou não. Após esse feito a América acabou dividia entre portugueses e espanhóis no Tratado de Tordesilhas (1494) dando inicio a um processo de colonização e exploração de nossas terra.
Assista a vídeo-aula que segue para conhecer os motivos, rotas e principais navegadores portugueses e espanhóis, confira:
(Castelo medieval produzido por Matheus Alexandre Gregório 6°III/2013)
Os primeiros castelos foram construídos com madeira por volta do século V na Europa Ocidental devido ao medo das violentas invasões germânicas que começavam a ocorrer nessas terras com o enfraquecimento do império romano. Só no século XI surgiram os belos castelos de pedra que estão de pé até hoje. Ao contrário do que pensamos, os castelos não eram cheirosos e luxuosos, nem serviam somente como casas.
(Hábito germânico de cortar a cabeça dos inimigos reproduzido por Alisson da Silva 6°III / 2013 )
(Comparação entre o antes e o depois da invasão germânica produzida por Matheus de Medeiros Hames 6 ° III / 2013 )
Essas construções ofereciam moradia ao dono do feudo e proteção a todos os seus servos, por isso eram grandes estruturas como muralha, torres, seteiras, ponte e grade levadiças, fosso, calabouço, reservatórios de água, poços, jardim, chaminés, etc... Para mais detalhes sobre as funções e partes dos castelos medievais confira as vídeo-aulas que seguem:
Os portugueses costumam contar as história de uma incrível escola de navegação criada no século XIV por Dom Henrique. Segundo os relatos a Escola de Sagres reunia sábios europeus estudando as técnicas e instrumentos náuticos.
Sabemos que desde os tempos de Dom João II os sábios eram reunidos em Portugal para buscar soluções de navegação, mas teriam feito tudo oralmente para evitar que as informações escritas fossem roubadas por outros países. No entanto nunca existiu provas de que existisse uma escola.
No local onde dizem ter existido a Escola de Sagres existe somente uma igreja datada de 1500, um pequeno porto pesqueiro construído em 1800 e um ponto turístico erguido no século XX. A geografia do lugar sequer teria condições de receber os enormes barcos portugueses do século XV construídos para viagens comerciais que duravam meses.
Se Dom Henrique realmente tivesse inaugurado a Escola de Sagres porque teria incluído as disciplinas de astronomia, aritmética e geometria na Universidade de Lisboa? Ele de fato organizou as primeiras grandes viagens marítimas, mas provas de que ele fundou essa escola só para navegação não existem, nem documentais, nem arquitetônicas.
Para mais detalhes sobre o tema, assista a vídeo-aula que segue:
(Reprodução das Chinampas - ilhas artificiais astecas)
Segundo a lenda asteca esse povo deveria se fixar num local sagrado escolhido pelos deuses. Quando avistaram uma serpente sendo devorada por uma águia em cima de um cacto numa ilha do lago Texcoco acreditaram que aquele era o local escolhido pelos deuses. Alí, em 1325, construíram sua primeira cidade: Tenochtitlán, a capital do império.
Essa cidade mexicana era impressionante e chegou a abrigar aproximadamente 250.000 pessoas. Ao todo o império asteca abrigou cerca de 11.000.000 de habitantes de diferentes povos espalhados pela região da América Central. Para sustentar o governo cada um dos moradores devia pagar tributos em ouro e cacau para o imperador que contava com a ajuda dos anciãos e sacerdotes para tomar suas decisões.
Para se alimentar os astecas cultivavam principalmente milho, feijão, pimenta, abóbora, cacau, melão, abacate além de cachorros, perus e patos. Como dispunham de pouca terra para plantar inventaram ilhas artificiais, as chinampas. Elas eram sustentadas por vigas, contavam com um sistema de irrigação e tinham uma fundação de cana coberta por terra onde depositavam o estrume humano para iniciar o plantio.
Para complementar a alimentação também costumavam coletar vegetais, pescar e caçar insetos, vermes e gafanhotos. Completando essa variedade gastronômica acabaram inventando um dos alimentos mais apreciados atualmente no mundo inteiro: o chocolate. Além da culinária, os astecas também eram ótimos no artesanato e na tecelagem, principalmente graças as cores intensas que conseguiam produzir.
Como produziam muitos produtos costumavam fazer trocas com povos vizinhos. Logo, os comerciantes astecas viajavam demais e eram encarregados de trazer as novidades das outras partes do império para a capital agindo como espiões do imperador. Em caso de problemas com outros povos o exército asteca entrava em ação usando fantasias que imitavam os deuses e os animas acompanhadas de máscaras estranhas, a intenção era assustar o inimigo antes da batalha. Quanto maior a bravura e o número de vítimas capturadas, mais penas no cocar o guerreiro asteca recebia.
Os guerreiros inimigos que fossem derrotados seriam oferecidos como sacrifício aos deuses nos templos astecas. Esses templos eram construídos em formato de pirâmides simulando uma montanha já que acreditavam que elas alcançavam os céus e, consequentemente, os deuses. Cada deus era relacionado á natureza e deveria ser tratado com muito carinho para não se vingar. Hoje já sabemos que cada imperador asteca construía outra camada por cima das pirâmides quando assumia o poder.
Por medo de um de seus deuses, por exemplo, os astecas mantinham cinco dias por ano só para sacrifícios no calendário. Além desses cinco dias existiam 18 meses de 20 dias cada um. Esse calendário é muito mais antigo do que o nosso e foi criado para auxiliar a agricultura. Os astecas eram muito organizados e acabaram criando um sistema público de ensino.
As escolas eram públicas, severas e destinadas somente aos meninos acima de 16 anos. Existiam dois tipos de escola: uma que preparava o garoto para o sacerdócio e outra que ensinava coisas práticas como armas, comércio e arte. Enquanto os garotos eram obrigados a estudar as meninas ficavam em casa aprendendo a tecer com suas mães.
A escrita asteca era muito complexa. Não criaram um alfabeto e por isso usavam uma infinidade de símbolos para representar o que queriam. Esses símbolos eram desenhados sobre tecidos de algodão ou pedaços de camurça. Por possuírem essa escrita complexa as histórias acabaram sendo guardadas oralmente através de poemas cantados sobre os mais diversos assuntos.
Os astecas acreditavam no fim do mundo, para eles isso iria acontecer quando o sol apagasse. Passaram toda a sua vida realizando cultos e sacrifícios para evitar esse momento sem imaginar que não seria o sol que iria exterminá-los, mas sim um povo distante: os espanhóis. Em 1519 o descobridor Hernán Cortez reuniu as tribos inimigas dos astecas num só exército. Era o fim desse povo fascinante. Confira mais detalhes sobre os astecas assistindo a vídeo-aula e aos vídeos da Série Grandes Civilizações:
As cidades-estado maias nunca se uniram em um único governo. Cada uma delas tinha seu próprio rei hereditário e abrigava diferentes povos, entretanto compartilhavam a mesma língua, religião e cultura. Os maias costumavam construir suas cidades em meio a mata fechada na região sul do México. Suas origens remontam a 1.000 anos a.C e as cidades mais significativas foram Chichén Itzá e Tikal.
Cada cidade maia possuía em seu centro uma praça pública e um templo religioso destinado a sacrifícios animais e humanos (geralmente de escravos) para os deuses. Esses templos eram comandados por sacerdotes que desenvolviam a astronomia e a matemática, inclusive eles incluíram o número 0 no sistema numérico e eram facilmente identificados pela testa longa que era moldada desde o nascimento quando os pais colocavam tábuas para prensar a cabeça dos futuros religiosos.
Morar no centro da cidade era um privilégio das pessoas nobres como o rei, sua família, os sacerdotes e os chefes do exército. Os agricultores moravam um pouco mais afastados e recebiam terras do governo para plantar, em troca entregavam parte da produção para o governante da cidade. Os produtos mais cultivados eram o milho, cacau, feijão, algodão, pimenta, sisal, abóbora, mamão e abacate.
Nas plantações precisavam executar todas as tarefas com a força braçal pois não criavam nenhuma espécie de animal e desconheciam a roda. A única ajuda com a qual contavam nas lavouras era a do calendário de 365 dias que orientava os dias apropriados para plantio e colheita de cada tipo de planta. O animal que despertava a admiração maia era o Jaguar devido sua força, inteligência e velocidade por isso utilizavam sua pele na produção de roupas.
No dia-a-dia conviviam com muitas pinturas coloridas que representavam a história da cidade. Algumas histórias ficaram registradas em blocos de pedra através do sistema de escrita simbólico que utilizavam. Com esses símbolos, inclusive, chegaram a escrever um livro sagrado, o Popol Vuh, aonde narravam a criação dos humanos.
A adoração pelos deuses era tamanha que inventaram um jogo de bola em sua homenagem. A bola pesava em torno de 3 kg e devia ser arremessada dentro de um círculo numa altura considerável usando somente os ombros, quadris e joelhos. Mas infelizmente o povo maia acabou abandonando suas cidades, o motivo ainda é desconhecido.
Talvez tenham entrado em guerra cidade contra cidade e por isso resolveram fugir. Ou talvez tenham partido pra outros locais em busca de comida após um período de reis ambiciosos que se descuidaram das fiscalização das plantações. O fato é que quando os espanhóis "descobriram" as terras maias restavam poucas cidades enfraquecidas que foram dominadas uma a uma. Felizmente alguns descendentes ainda mantém parte da cultura maia, são os quiches. Confira mais detalhes assistindo aos vídeos da série Grandes Civilizações ou assista a vídeo-aula sobre o tema: